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	<title>Comments on: Maestros eletrônicos</title>
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	<description>Música, informação e diversão alternativas</description>
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		<title>By: Tappa Zukie - Freak at Dinâmica</title>
		<link>http://dinamicas.art.br/blog/2006/08/maestros-eletronicos/#comment-37201</link>
		<dc:creator>Tappa Zukie - Freak at Dinâmica</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 21:44:40 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Esta bomba lançada da Jamaica em 1983 foi reprensada há alguns meses pela londrina Honest Jon&#8217;s. Não sei como descrever essa sonzeira&#8230; Ouça e tire suas conclusões&#8230; O Moog ressoando, o ritmo discow lentinho, os passarinhos, os gritos perdidos no meio da faixa&#8230; demais! Faça-se um favor e compre este disco. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Esta bomba lançada da Jamaica em 1983 foi reprensada há alguns meses pela londrina Honest Jon&#8217;s. Não sei como descrever essa sonzeira&#8230; Ouça e tire suas conclusões&#8230; O Moog ressoando, o ritmo discow lentinho, os passarinhos, os gritos perdidos no meio da faixa&#8230; demais! Faça-se um favor e compre este disco. [...]</p>
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		<title>By: Mister Sam at Dinâmica</title>
		<link>http://dinamicas.art.br/blog/2006/08/maestros-eletronicos/#comment-12668</link>
		<dc:creator>Mister Sam at Dinâmica</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 16:22:22 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Embora toda essa trajetória renda algumas ótimas histórias (atenção jornalistas, Santiago está procurando alguém para escrever sua biografia), o que mais me interessa na carreira do Mister Sam são suas produções, pois ele foi um dos principais produtores da música discow no Brasil. Muita gente pode conhece-lo como o cara que descobriu a Gretchen (fato que não comentarei por aqui). Mas a faixa sinistra Disco Blood, assinada como The Vamps, foi, segundo Sam, o primeiro discow produzido no Brasil. No período entre 1977 a 1980, Sam produziu alguns bons artistas como a Sarah e o Miguel de Deus (no lendário LP Black Soul Brothers). Na minha opinião, seus momentos mais felizes foram com os projetos de estúdio (aonde o produtor era o verdadeiro artista, pois juntava músicos apenas para algumas sessões de gravação, sem manter uma formação fixa) Freedom Machine, que lançou dois LPs recheados de percussão, Cosa Nostra Disco Band, uma piada com ritmos italianos e nomes de músicos falsos, como uma gangue de mafiosos, e Roots Family. Este último foi o único projeto gravado em Nova York (e segundo Sam, empregando músicos feras locais). Os outros projetos foram gravados aqui em São Paulo, principalmente nos Estúdios Reunidos que ficavam no prédio da TV Gazeta, na Av. Paulista. Quase todos estes projetos foram lançados ou pela Copacabana ou pelo selo fictício Building. Apesar de tocar violão, Mister Sam não tem formação como músico. Assim, o processo criativo costumava passar pelas mãos de um arranjador, que escrevia as partituras executadas pelos músicos nas gravações de estúdio, a partir das idéias (sejam elas rifes de violão, batucadas na mesa, ou meros assobios) propostas por Sam. Esse arranjador foi o pianista Eduardo Assad, já falecido, mas que Sam tem por grande estima pois os arranjos de Assad eram essenciais para criação das músicas. Outra peça chave nas produções de Sam era o regimentador Mário Casali, que além de cuidar da escolha dos músicos, tocou sintetizadores Moog e Arp em algumas faixas. Diferentes músicos participavam das gravações, entre eles o baixista Pedro e o baterista Lourival. Estes são nomes poucos conhecidos, mas, ao lado de Sam, contribuíram para a discow made in Brasil. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Embora toda essa trajetória renda algumas ótimas histórias (atenção jornalistas, Santiago está procurando alguém para escrever sua biografia), o que mais me interessa na carreira do Mister Sam são suas produções, pois ele foi um dos principais produtores da música discow no Brasil. Muita gente pode conhece-lo como o cara que descobriu a Gretchen (fato que não comentarei por aqui). Mas a faixa sinistra Disco Blood, assinada como The Vamps, foi, segundo Sam, o primeiro discow produzido no Brasil. No período entre 1977 a 1980, Sam produziu alguns bons artistas como a Sarah e o Miguel de Deus (no lendário LP Black Soul Brothers). Na minha opinião, seus momentos mais felizes foram com os projetos de estúdio (aonde o produtor era o verdadeiro artista, pois juntava músicos apenas para algumas sessões de gravação, sem manter uma formação fixa) Freedom Machine, que lançou dois LPs recheados de percussão, Cosa Nostra Disco Band, uma piada com ritmos italianos e nomes de músicos falsos, como uma gangue de mafiosos, e Roots Family. Este último foi o único projeto gravado em Nova York (e segundo Sam, empregando músicos feras locais). Os outros projetos foram gravados aqui em São Paulo, principalmente nos Estúdios Reunidos que ficavam no prédio da TV Gazeta, na Av. Paulista. Quase todos estes projetos foram lançados ou pela Copacabana ou pelo selo fictício Building. Apesar de tocar violão, Mister Sam não tem formação como músico. Assim, o processo criativo costumava passar pelas mãos de um arranjador, que escrevia as partituras executadas pelos músicos nas gravações de estúdio, a partir das idéias (sejam elas rifes de violão, batucadas na mesa, ou meros assobios) propostas por Sam. Esse arranjador foi o pianista Eduardo Assad, já falecido, mas que Sam tem por grande estima pois os arranjos de Assad eram essenciais para criação das músicas. Outra peça chave nas produções de Sam era o regimentador Mário Casali, que além de cuidar da escolha dos músicos, tocou sintetizadores Moog e Arp em algumas faixas. Diferentes músicos participavam das gravações, entre eles o baixista Pedro e o baterista Lourival. Estes são nomes poucos conhecidos, mas, ao lado de Sam, contribuíram para a discow made in Brasil. [...]</p>
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		<title>By: Depois do sebo at Dinâmica</title>
		<link>http://dinamicas.art.br/blog/2006/08/maestros-eletronicos/#comment-54</link>
		<dc:creator>Depois do sebo at Dinâmica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2006 23:47:04 +0000</pubDate>
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		<description>[...] George Duke: Reach for it [CBS, Brasil 1978] Curto bastante o som do Duke, quase todos LPs nos anos 70. Ele sempre fez um jazz-funk com influências eletrônicas, tocando sintetizadores (principalmente o Moog). Algumas das faixas são bem rapidinhas, cheias de arranjos e virtuosismo (como a ótima &#8220;Diamonds&#8221;). Outras são mais calmas, lembrando o flerte que Duke teve com a MPB (vale a pena procurar o seu LP Brazilian Love Affair). [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] George Duke: Reach for it [CBS, Brasil 1978] Curto bastante o som do Duke, quase todos LPs nos anos 70. Ele sempre fez um jazz-funk com influências eletrônicas, tocando sintetizadores (principalmente o Moog). Algumas das faixas são bem rapidinhas, cheias de arranjos e virtuosismo (como a ótima &#8220;Diamonds&#8221;). Outras são mais calmas, lembrando o flerte que Duke teve com a MPB (vale a pena procurar o seu LP Brazilian Love Affair). [...]</p>
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		<title>By: Saturos</title>
		<link>http://dinamicas.art.br/blog/2006/08/maestros-eletronicos/#comment-16</link>
		<dc:creator>Saturos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Aug 2006 18:05:23 +0000</pubDate>
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		<description>Assisti e achei bem legal esse documentário ele dá bastante ênfase para os acontecimentos e mostra a simplicidade do Bob e da Moog.

A respeito do MIDI, é interessante o fato que desde quando o MIDI foi inventado em 1981, ele não sofreu nenhuma grande alteração até nos dias atuais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti e achei bem legal esse documentário ele dá bastante ênfase para os acontecimentos e mostra a simplicidade do Bob e da Moog.</p>
<p>A respeito do MIDI, é interessante o fato que desde quando o MIDI foi inventado em 1981, ele não sofreu nenhuma grande alteração até nos dias atuais.</p>
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		<title>By: mooguero</title>
		<link>http://dinamicas.art.br/blog/2006/08/maestros-eletronicos/#comment-14</link>
		<dc:creator>mooguero</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2006 22:47:31 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre Bob Moog, exsite um documentario lançado em dvd, contando toda historia, imagens da época. para quem gosta, vale uma olhada!

http://www.zu33.com/moog/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre Bob Moog, exsite um documentario lançado em dvd, contando toda historia, imagens da época. para quem gosta, vale uma olhada!</p>
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